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Especialista prevê que as mulheres farão mais sexo com robôs do que os homens

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Brinquedos sexuais já fazem parte da vida das mulheres, mas tendência é de que tecnologia seja aprimorada  |   Bnews - Divulgação Imagens ilustrativas l Reprodução Pixabay
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 02/01/2025, às 11h12 - Atualizado às 12h52



As diferentes formas de relacionamentos humanos estão sendo intermediadas pela tecnologia, seja no campo profissional até em relação à amizade. Em 2025, as máquinas podem fazer parte da vida amorosa das mulheres mais intensamente, de acordo com o Dr. Ian Pearson. O futurista destacou que a humanidade "começará a ver algumas formas de sexo com robôs aparecendo em lares de alta renda e muito ricos".

O PhD em física e matemática ainda forneceu estatísticas sobre suas previsões: "85% das mulheres podem ultrapassar os homens na adoção de robôs sexuais este ano — em parte, porque elas já têm uma vantagem tecnológica".

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Em publicação do site Extra, o Dr. Pearson destacou que “os vibradores existem há mais de um século, mas agora a vibrante indústria de brinquedos sexuais não faz apenas dispositivos autônomos, mas dispositivos teledildônicos que trazem toda a diversão e funcionalidade da computação e das redes para o sexo também",  finalizou. 

O que é teledildônico?

Concebida pela primeira vez em 1975, a "teledildônica" se tornou o termo técnico para brinquedos sexuais mecânicos que operam remotamente, seja pela internet ou de outra forma.

Em algumas pesquisas, até 63% das mulheres admitem que já usam ou gostariam de usar um brinquedo sexual, com 40% admitindo que a realidade virtual tornaria o sexo mais divertido e agradável.

Os homens, normalmente, são clientes assíduos do mercado de sexbots semelhantes a humanos, que podem custar mais de US$ 15.000. Porém, outros analistas também sugeriram que esse equilíbrio de gênero está destinado a mudar.

Os principais avanços tecnológicos ajudarão a construir o conforto do consumidor com companheiros sexuais robóticos ao longo dessas décadas, de acordo com o Dr. Pearson, "à medida que a IA [inteligência artificial] e o comportamento mecânico e sua sensação melhoram, e eles começam a se tornar amigos com fortes laços emocionais".

Na pesquisa, 17,4% das pessoas relataram ter feito sexo com um robô, com base nos dados atuais coletados pela Bedbible para 2024; a divisão entre os sexos chegou a 17,8% dos homens e 16,5% das mulheres.

De acordo com estudo da indústria, mulheres e homens já estão se aproximando da paridade no uso de bonecas sexuais, sugerindo que essa mudança de gênero pode realmente estar no horizonte.

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