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Essas novas funções do Tinder podem salvar vidas; veja

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Conheça as medidas que o Tinder e outras plataformas estão tomando para garantir encontros mais seguros e protegidos  |   Bnews - Divulgação Foto: Freepik

Publicado em 28/05/2025, às 20h36   Dan Gama



O uso de aplicativos de relacionamento se popularizou de forma massiva nos últimos anos, mas, junto com os encontros bem-sucedidos, surgem também relatos frequentes de experiências negativas — desde golpes financeiros até situações mais graves, como casos de violência ou sequestros. O que muita gente ainda desconhece é que algumas dessas situações poderiam ser evitadas com o uso das ferramentas de segurança já disponibilizadas pelas plataformas. 

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No Brasil, por exemplo, o Tinder acaba de anunciar uma iniciativa inédita: uma parceria com o projeto Justiceiras, que resultou no lançamento de um “Guia de Segurança em Dates”. O material reúne orientações sobre como os usuários podem adotar medidas preventivas e utilizar os recursos de segurança oferecidos pelo aplicativo, com foco especial na proteção das mulheres. 

“Esse trabalho foi feito justamente para garantir que os recursos que oferecemos estejam adequados ao contexto e às necessidades do Brasil”, explica Yoel Roth, vice-presidente de segurança do Tinder, em entrevista exclusiva à Universa. 

Enquanto isso, nos Estados Unidos, o aplicativo já disponibiliza há algum tempo um botão de pânico, pensado para ser acionado caso o usuário se sinta em perigo durante um encontro presencial. Apesar da importância dessa ferramenta, a adesão ainda é mínima.  A falta de informação sobre esses mecanismos de segurança tem sido apontada como uma das principais barreiras para que eles cumpram, de fato, sua função protetiva. 

Além dessas iniciativas, o Tinder também investe fortemente em sistemas automatizados de prevenção a fraudes e comportamentos inadequados. Até hoje, cerca de 34 milhões de contas já foram banidas da plataforma por descumprirem as regras de uso. O interessante é que esses bloqueios não dependem exclusivamente de denúncias feitas pelos usuários: um time de especialistas, apoiado por tecnologias de inteligência artificial, atua de forma proativa para identificar perfis suspeitos.  

No entanto, como destaca Yoel Roth, o desafio maior é fazer com que os usuários conheçam e utilizem esses recursos. Sem informação adequada, muitas pessoas acabam se expondo a riscos que poderiam ser evitados. 

Por isso, o Tinder e outras plataformas de relacionamento têm ampliado esforços não apenas para criar novos dispositivos de proteção, mas também para educar seus usuários sobre como agir com segurança.  

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