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Estudo científico revela que fim do mundo ocorre em 2026; saiba quando

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O estudo foi elaborado por três pesquisadores da Universidade de Illinois nos Estados Unidos  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Freepik
Leonardo Oliveira

por Leonardo Oliveira

Publicado em 11/01/2026, às 10h18



Diversas previsões apocalípticas são realizadas ao longo do tempo, com teorias que vão desde uma nova Arca de Noé até o chamado Juízo Final, no contexto religioso. No entanto, isso não se restringe apenas à religiosidade.

Um estudo científico do ano de 1960, elaborado por três pesquisadores da Universidade de Illinois nos Estados Unidos, Heinz von Foerster, Patricia Mora e Lawrence Amiot, apresentaram os resultados de um apocalipse com data marcada para este ano.

Como foi o estudo

Através de modelos matemáticos, o trio revelou que o evento que marcaria o fim do mundo, chamado de "Doomsday" (não confundir com o novo filme dos Vingadores), aconteceria em 13 de novembro de 2026. Os estudiosos chegaram à essa conclusão apocalíptica, após analisarem tendências na sociedade ocidental ao longo do século anterior.

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Desta forma, a teoria não envolvia guerra nuclear, colisões de asteroides ou erupções de supervulcões, mas uma ameaça populacional, que era a superpopulação na Terra.

De acordo com a equação, os avanços na medicina impulsionariam um rápido aumento na curva de crescimento populacional global. Com isso, em 2026, a situação se tornaria insustentável, com o suprimento de alimentos não conseguindo acompanhar a demanda. O caos seria tanto, que extinguiria a vida no planeta.

Contraponto

A população mundial era de cerca de três bilhões em 1960. Hoje já somos mais de oito bilhões, sem sinais de desaceleração. Alguns bilionários como o dono do Facebook, Mark Zuckerberg, e o magnata da Amazon, Jeff Bezos, já estariam se adequando a cenários apocalípticos, supostamente construindo bunkers para enfrentar o fim dos tempos.

No entanto, a própria ciência já contestou a pesquisa do trio de Illinois. Outros estudos que vieram depois apontam que os dados populacionais atuais e os avanços científicos, especialmente na engenharia de alimentos, não dão suporte à teoria do século passado.

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