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Publicado em 26/06/2025, às 07h04 Cadastrado por Emilly Giffone
A Força Aérea Brasileira (FAB) um sigilo de cinco anos sobre o voo que trouxe a ex-primeira dama do Peru, Nadine Heredia, ao Brasil. De acordo com o Metrópoles, a FAB negou informar os custos da operação, justificando que se tratam de dados estratégicos das Forças Armadas.
Condenada por corrupção pela Justiça do Peru, Nadine recebeu asilo diplomático concedido pelo governo brasileiro e chegou em Brasília em 16 de abril de 2025. A decisão do sigilo foi aprovada em junho pelo gabinete do Comando da Aeronáutica, comandado pelo tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno.
O Ministério das Relações Exteriores afirmou que o asilo concedido pelo Governo Lula foi formalizado em abril. Heredia e seu filho receberam salvo-conduto do governo peruano para que saíssem do país em segurança.
Na operação, foi utilizado um avião modelo E-135 Shuttle (VC-99C), com capacidade para 14 passageiros. Seis tripulantes participaram da operação e cada um recebeu R$ 7.539,70 de diária.
Confira a resposta da FAB:
“Sobre a solicitação em comento, cumpre-nos informar que os custos operacionais das aeronaves da Força Aérea Brasileira são dados de acesso restrito, posto que são essenciais para os planos e operações estratégicos das Forças Armadas, cuja restrição de acesso decorre de sigilo legal previsto no art. 3º, do Decreto-Lei nº 1.778/1980, recepcionado pelo que prescreve o art. 22 da Lei de Acesso à Informação (LAI), combinado com o art. 6º, inciso I, do Decreto nº 7.724/2012, regulamentador da LAI. Demais disso, destacamos que o valor devido de diárias, para os para os tripulantes, foi de R$ 7.539,70. Por fim, quanto a aeronave utilizada, a FAB empregou um E-135 Shuttle (VC-99C) de sua frota. Esta aeronave possui capacidade para 14 (quatorze) passageiros e a tripulação foi composta por 6 (seis) militares”.
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