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Funcionário comenta de sumiço da câmera de jovem que foi arremessada sem corda em salto de rope jump; confira

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O funcionário comentou do sumiço da câmera da jovem que morreu após ter sido lançada de uma altura de 40 metros  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Leonardo Oliveira

por Leonardo Oliveira

Publicado em 15/06/2026, às 23h56



Um dos funcionários da empresa que realizava saltos, Maicon Fernandes, comentou nesta segunda-feira (15), do sumiço da câmera da jovem que morreu após ter sido lançada de uma altura de 40 metros em um salto de rope jump (pulo com cordas), em Limeira, no interior de São Paulo (SP). A mulher foi arremessada por instrutores sem estar devidamente presa a qualquer corda de segurança.

Maicon Fernandes confirmou que o procedimento de colocar a corda é sempre o mesmo para qualquer modalidade, com a colocação sempre no peito antes da pessoa passar pela área de salto. Ele também afirmou que não escutou ninguém atrás falando ou dando a entender que o equipamento não tinha sido colocado e que só se deu conta após a reação das pessoas.

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“A reação do pessoal. E ainda foi, eu não vi a filmagem, mas acho que na que deve ter da minha expressão na reação é de, a partir dali, não acreditar e não entender o que aconteceu”, conta em entrevista à Record.

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Ao ser questionado sobre a câmera ainda não localizada, que poderia ajudar a esclarecer os últimos momentos antes do acidente, ele contou que o equipamento estava na mão direita da jovem, mas que não se lembra se ela desceu com o objeto. “Eu não me recordo se ela tinha a câmera no salto. Essa câmera ela desce e a gente põe numa bolsa e puxa para cima e usa a recorrente. Na verdade, a gente tem mais uma câmera, opera com duas câmeras”, contou, ressaltando que não sabia dizer onde está o equipamento.

Maicon também negou que tenha tentado fugir após o acidente e disse que desceu imediatamente quando percebeu a situação. “Não, em momento algum. Na hora do acidente, na hora que eu tentei ter algum foco, que eu percebi o que aconteceu, desci”, disse. Segundo ele, quando chegou ao chão, outras pessoas já prestavam socorro e a vítima ainda respirava. “O pessoal já estava socorrendo e não fizeram, não precisou, porque ela estava respirando”, relatou.

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