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Garimpo ilegal: operações acabam com quase 50 pistas de pouso na Terra Yanomami

Brigada de Infantaria de Selva/ Divulgação
Terra Yanomami é a maior do Brasil com mais de 9 milhões de hectares  |   Bnews - Divulgação Brigada de Infantaria de Selva/ Divulgação
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 25/12/2024, às 10h01



As força de segurança realizam operações constantes com o intuito de combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Foram destruídas 48 pistas de pouso clandestinas dentro e fora do território nos últimos nove meses. Os dados constam no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e foram divulgados pela Casa de Governo nesta terça-feira (24).

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De acordo com o portal G1, são construídas pistas ilegais no meio da floresta para receber aeronaves clandestinas que transportam os invasores, suprimentos e os minérios extraídos da Terra Yanomami.

O número de destruição de pistas é levantado desde a instalação da Casa de Governo, órgão criado para concentrar as operações de desintrusão do garimpo e de apoio aos indígenas Yanomami.

Operações integradas

A Operação Catrimani II é feita pelo Ministério da Defesa com o objetivo de combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Ela ocorre desde abril deste ano de forma conjunta entre órgãos de Segurança Pública, Agências e Forças Armadas, em coordenação com a Casa de Governo de Roraima.

Na ação, a Catrimani II mobilizou 11 engenheiros do 6º Batalhão do Sexto Batalhão de Engenharia de Construção (6º BEC), do Exército Brasileiro (EB). O efetivo foi levado ao local por uma aeronave H-15, da Marinha Brasileira.

A Terra Indígena Yanomami, que possui mais de 9 milhões de hectares, é a maior do Brasil e está localizada entre os estados do Amazonas e Roraima, com cerca de 32 mil habitantes.

Classificação Indicativa: Livre

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