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Publicado em 24/06/2025, às 10h48 Cadastrado por Emilly Giffone
O educador físico Thiago Feijão, 32, enfrentará um novo julgamento nesta quarta-feira (25), no Rio de Janeiro. Ele foi reconhecido em uma foto e condenado por roubo seguido de morte e associação criminosa armada.
O caso polêmico começou em 2015, quando um testemunha reconheceu ele como um homem branco que estaria assaltando um mercado no bairro de Bento Ribeiro. Mas além de Thiago ser negro, outras testemunhas confirmaram que, no momento do latrocínio, ele tinha ido buscar a filha na escola.
De acordo com o UOL, a acusação relata que ele cometeu outro roubo, com um grupo, próximo ao mercado do assalto anterior. Entretanto, o acusado apresentou provas de que estava trabalhando em um depósito de gelo.
“Temos o depoimento da diretora da escola, registros de ligações telefônicas para o fornecedor de gelo e a localização da antena do celular comprovando que ele estava próximo de casa”, declarou Sharon Matos, a esposa do educador.
Thiago está foragido, tentando provar sua inocência. A esposa revelo ainda que só descobriram as acusações cinco meses após o crime. "Em momento algum ele foi chamado para prestar esclarecimento na delegacia", disse ela ao UOL.
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