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Gigante chinesa confirma mega fábrica no Brasil e promete milhares de empregos; saiba mais

Divulgação | Sany Group
Local escolhido foi a região de Campinas, no interior de São Paulo  |   Bnews - Divulgação Divulgação | Sany Group
Alex Torres

por Alex Torres

Publicado em 22/04/2026, às 17h55 - Atualizado às 19h29



Uma das líderes mundiais na fabricação de máquinas pesadas, a empresa chinesa Sany Group terá uma nova unidade no Brasil para a produção nacional de caminhões e equipamentos de construção. O local escolhido foi a região de Campinas, no interior de São Paulo.

A previsão para finalização da nova fábrica está ainda para 2026, prometendo impulsionar o mercado de empregos no interior paulista. O intuito da Sany Group é expandir sua atuação e ficar mais próxima dos principais centros consumidores do país, se tornando aliada de Jacareí na mesma cidade.

Com a nova fábrica, existe a expectativa da geração de empregos e movimentação da economia local. A região de Campinas é considerada estratégica, principalmente por ser considerada um dos principais polos industriais e tecnológicos do Brasil.

A nova unidade deve começar operando com montagem de caminhões e máquinas da chamada linha amarela, que são equipamentos pesados bastante utilizados em obras de infraestrutura e construção civil. A estratégia inicial envolve o modelo CKD, que consiste em receber peças de veículos desmontadas diretamente da China, e montadas por aqui, acelerando a operação. 

O quadro de funcionários da Sany Brasil deve ter uma ampliação de 400 para 600 colaboradores diretos somente na fase inicial, resultando em milhares de empregos indiretos em toda a cadeia. O grupo também investiu na criação do Banco Sany, facilitando o financiamento de máquinas e dos novos caminhões que sairão da linha de montagem paulista.

Recentemente, a matriz da Sany, em Kunshan, recebeu comitivas do governo brasileiro para alinhar parcerias em mineração e transição energética. Os investimentos feitos coloca a empresa no mesmo patamar de outras gigantes chinesas, como a BYD e GWM, consolidando o Brasil como o destino preferencial para a tecnologia chinesa. 

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