Geral
por Leonardo Oliveira
Publicado em 24/11/2025, às 12h30 - Atualizado às 13h31
Uma disputa política tem sido travada nas últimas semanas em uma ilha na Espanha. Os produtos eróticos vendidos em Maiorca entraram no centro do debate, com o pedido de proibição do partido político Unides Podem (UP) dos itens considerados “sexistas e vulgares”, como miniaturas em forma de pênis e seios, encontrados em lojas de souvenir da ilha.
De acordo com a porta-voz María Ramos, esses itenss “projetam uma imagem inadequada da cidade e contribuem para perpetuar o sexismo e, portanto, a violência de gênero”. A discussão se fortalece às vésperas do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, em 25 de novembro.
A coligação PP-Vox-UxA, recusou a proposta de acordo com a imprensa local. Em resposta, a UP afirmou que, “na visão deles, lembrancinhas sexistas e vulgares de Maiorca são aceitáveis (vendem bem)”. O partido citou o exemplo de Benidorm, outro município espanhol, que já proibiu “artigos de conteúdo sexual” em suas lojas turísticas.
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Na cidade, comerciantes que mantêm camisetas ofensivas e objetos obscenos podem ser multados entre 1.000 e 3.000 euros, cerca de R$ 18 mil. A regra é válida também para jarras e utensílios com formatos explícitos, alvo de fiscalizações da polícia local.
O secretário do Sindicato Profesional de Policías Locales y Bomberos (SPPLB), Francisco González, apoia a repressão. “Crianças e adolescentes têm o direito de não serem expostos a representações sexuais explícitas nas ruas”, afirmou. O sindicato lembra que exibir “testículos, vaginas ou glândulas” na via pública pode ser entendido como ofensa ao pudor.
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