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Pensar em outra pessoa durante o sexo pode não ser considerado traição para alguns casais. De acordo com a psicóloga Cleidiane Souza, a traição pode ser compreendida como uma “quebra de um acordo, explícito ou implícito, entre os parceiros”.
Segundo Cleidiane Souza, a definição para traição pode variar de pessoa para pessoa. Para alguns, pode ser considerado infidelidade casos em que haja toques físicos, conexões emocionais ou comportamentos on-line, como flertes ou o consumo de conteúdos, não necessariamente o "pensar" em outra pessoa.
“Pensar em alguém pode não ser, por si só, uma traição, mas sim um reflexo de desejos, curiosidades ou até mesmo insatisfações”, destacou a psicóloga para a coluna Sem Vergonha, do Metrópoles.
No entanto, Cleidiane Souza alerta que caso exista entre os parceiros uma insatisfação ou falta de intimidade, a conversa pode ser usada como um caminho para ajustar as expectativas do casal. Em situações como essas, o ideal é estabelecer dentro da relação o que é aceitável e inegociável.
“Compartilhar esse tipo de pensamento pode trazer desconforto desnecessário, especialmente se for algo pontual e sem impacto no relacionamento”, acrescentou.
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