Geral
por Gabriel Santana
Publicado em 01/08/2025, às 16h41
Uma pesquisa científica publicada no útltimo dia 24, no periódico Science Advances, disse que o sexo dos bebês pode não ser definido de maneira tão aleatória como se imagina e a chance de ser menino ou menina pode ser definida por fatores genéticos e históricos.
De acordo com uma reportagem veiculada pelo Portal UOL, o estudo foi realizado por cientistas da Universidade de Harvard e analisou dados de mais de 58 mil mulheres nos Estados Unidos. A conclusão é de que fatores biológicos e genéticos relacionados à mãe podem influenciar o sexo dos bebês.
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Nas famílias que possuem três filhos do mesmo sexo, a chance do quarto bebê ser o mesmo padrão aumenta e pode alcançar 61%. Já no caso das famílias que possuem as mesmas características, mas com três meninas, a probabilidade de ser uma quarta menina é de 58%.
O estudo aponta que o principal motivo para esse fato ocorrer é por causa da identificação de duas variantes genéticas da mãe. Elas são ligadas a uma maior chance de ter somente garotos ou apenas garotas.
As alterações se chamam SNPs, uma sigla em inglês da expressão Single Nucleotide Polymorphism, que significam polimorfismos de nucleotídeo único e essas variantes ocorrem no cromossomo 10. Nas famílias que têm apenas filhas, o gene NSUN6 sofre uma alteração e nas famílias com apenas meninos, apresentam a mudança no gene TSHZ1.
Mulheres que tiveram filho pela primeira vez com 29 anos ou mais, mostraram maior chance de ter crianças de apenas um sexo. Mesmo descobrindo estas variantes, os pesquisadores ainda não confirmam que esse seja o mecanismo exato, pois o estudo ainda está em fase de desenvolvimento.
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