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Professora pede proteção ao Ministério dos Direitos Humanos após ser ameaçada; entenda

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Ministério dos Direitos Humanos ainda não respondeu ao pedido da professora  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Site UFF
Tácio Caldas

por Tácio Caldas

tacio.caldas@bnews.com.br

Publicado em 04/11/2025, às 15h20 - Atualizado às 15h25



Uma professora de uma universidade brasileira está vivendo uma situação delicada após ter sofrido ameaças e ataques virtuais. Essa situação aconteceu depois que a docente se manifestou contra a Operação Contenção que matou 121 pessoas no Rio de Janeiro. A ação policial foi iniciada na terça-feira (28) pela gestão estadual local.

Por conta disso, Jacqueline Muniz, da Universidade Federal Fluminense (UFF) pediu para participar de um programa especial. Atuando no Departamento de Segurança Pública da institução, a professora quer ingressar no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos. Esse programa tem vínculo com o Ministério dos Direitos Humanos do Governo Federal.

Esse pedido foi protocolado no órgão federal pelo gabinete do vereador Leonel de Esquerda (PT). O Edil é o gestor da Comissão de Favelas da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Além de Leonel, a solicitação teve o apoio do advogado Carlos Nicodemos, integrante do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

Apesar da iniciativa, até o momento o Ministério dos Direitos Humanos não deu retorno ao pedido. A professora segue no aguardo de um retorno oficial do órgão.

Assista ao Se7e da Matina dessa terça-feira (04):

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