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Setor aéreo expressa preocupação sobre horário de verão e pede 180 dias para adaptação

As associações do setor aéreo expressaram preocupação acerca da possibilidade de ter horário de verão em 2024 - Tomaz Silva/Agência Brasil
Associação afirma que o horário de verão exige mudança na logística e na operação dos sistemas das mais de 40 empresas  |   Bnews - Divulgação As associações do setor aéreo expressaram preocupação acerca da possibilidade de ter horário de verão em 2024 - Tomaz Silva/Agência Brasil

Publicado em 26/09/2024, às 07h51   Publicado por Vagner Ferreira



As associações do setor aéreo expressaram preocupação sobre a possibilidade de ter horário de verão em 2024, caso o decreto seja estabelecido pelo Governo Federal. 

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Em nota publicada no site da Associação das Empresas Aéreas (Abear) nesta terça-feira (24), foi informado que a adoção desse sistema exige mudança na logística e na operação dos sistemas dos transportes aéreos e, por isso, é solicitado no mínimo 180 dias para adaptação e planejamento de mais de 40 empresas aéreas, nacionais e internacionais, que operam no país.

Uma das consequências nas mudanças é referente a algumas cidades brasileiras e internacionais que não aderem ao horário de Brasília, e assim, o horário dos voos pode gerar confusão aos passageiros. 

“As empresas internacionais precisarão alterar os horários dos seus voos no Brasil, sofrendo a mesma disfunção citada. Estes ajustes geram a necessidade de reprogramação de voos, acomodação de última hora e alterações de planos de viagem dos passageiros. Outros impactos diretos afetarão a escala de tripulantes, a disponibilidade de slots e a capacidade dos aeroportos, principalmente aqueles com restrições e escassez na alocação de novos horários”, diz nota.

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