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Publicado em 01/07/2024, às 11h11 Redação
Dos mais de 100 trabalhadores que atuam na Unidade de Negócios da Petrobras na Bahia, seis foram dispensados pela Kempetro, que agora assume a Operação de Campo da UN-BA, no lugar da Telsan.
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Segundo o Sindicato dos Petroleiros e Petroleiras da Bahia (Sindipetro-BA), todo o restante foi recontratado pela nova vencedora da licitação da Petrobras, mas foram deixados de fora estes seis (um que trabalhava no Campo de Buracica e cinco no Campo de Bálsamo).
A Kempetro foi procurada pela entidade e, inicialmente, afirmou que o impedimento da contratação foi criado pela Petrobras. A estatal, no entanto, negou que tenha interferido nessa situação.
O Sindipetro, então, entrou em contato novamente com a Kempetro, que teria informado que esses seis trabalhadores não foram contratados “por baixo desempenho”.
Ao BNews, o diretor do Sindipetro, Radiovaldo Costa, afirmou que o sindicato tem encarado a situação como uma evidente “perseguição”.
“Na nossa avaliação houve uma perseguição, algum tipo de retaliação a esses seis, de ex-gerentes e supervisores da Telsan - e não da Telsan enquanto empresa -, já que eles também passaram para a Kempetro. Para a gente está claro que foi uma ação seletiva a essas seis pessoas. Achamos absurdo e repudiamos a postura, inclusive, da Kempetro de avalizar essa decisão”, disse ele.
Radiovaldo afirmou ainda que o Sindipetro não vai aceitar a não contratação sem se manifestar em prol dos trabalhadores. “Vamos fazer uma paralisação na área da Petrobras de Bálsamo, em Esplanada, e Buracica, em Alagoinhas”, detalhou.
O BNews entrou em contato com a Kempetro para um posicionamento, mas ainda não obteve retorno.
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