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Suplementos com substância de planta associada à redução do estresse têm venda proibida por possíveis riscos à saúde

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Vanda de suplementos foi suspensa e liga um alerta em todo o mundo sobre riscos à saúde  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Freepik
Vagner Ferreira

por Vagner Ferreira

Publicado em 11/03/2026, às 13h33



Com venda proibida na Dinamarca, a planta ashwagandha, usada em suplementos para reduzir o estresse, passou a ser monitorada pela União Europeia, preocupando autoridades europeias e ligando um alerta no mundo sobre os riscos à saúde. De acordo com informações do jornal Correio, a decisão chamou atenção para possíveis riscos à saúde, como efeitos sobre hormônios, fígado e sistema reprodutivo.

A Direção-Geral da Saúde informou a Comissão Europeia sobre os riscos da substância, destacando a importância de uma análise técnica detalhada. “A ashwagandha foi sinalizada à Comissão Europeia como uma substância com potenciais efeitos adversos para a saúde”, comunicou, segundo a reportagem. 

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Ainda, apontou alguns possíveis efeitos: “tendo em conta preocupações de segurança, que incluem potenciais riscos para a saúde reprodutiva – como o aborto – e para o sistema endócrino e hepático”.

Em Portugal, autoridades acompanham o caso e aguardam que o bloco europeu defina regras sobre o uso da planta em alimentos e suplementos. Especialistas alertam que muita gente consome os produtos sem supervisão médica, aumentando a chance de efeitos indesejados. 

A Direção-Geral da Saúde estuda medidas para o uso seguro da planta, podendo haver restrições para garantir proteção aos consumidores e evitar riscos no consumo excessivo. A União Europeia deve estabelecer critérios claros para a comercialização e para o consumo seguro.

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