Geral
por Mariana Cedrim
Publicado em 12/01/2026, às 22h45 - Atualizado às 22h45
Suzane von Richthofen compareceu a uma delegacia de polícia, no último domingo (11), para tentar liberar o corpo do tio, Miguel Abdala Netto, mas o pedido não foi atendido pelos policiais. Inconformada com a decisão, ela formalizou um pedido de tutela na tentativa de reverter a negativa.
Encontrado morto em sua residência, em Campo Belo (MG), na última sexta-feira (9), Abdala não tinha cônjuge, filhos, pais ou irmãos vivos. Diante do fato de seus únicos parentes vivos serem Suzane e Andreas von Richthofen, existe a possibilidade dela administrar o patrimônio de aproximadamente R$ 5 milhões do tio.
Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, também não conseguiu liberar o corpo por falta de prova formal do parentesco. Sílvia conseguiu apenas fazer o reconhecimento do cadáver no Instituto Médico Legal (IML) e destacou que torce para que Miguel tenha deixado um testamento, para Suzane ficar de fora da partilha da herança.
De acordo com Silvia, o médico “falava horrores da sobrinha” e afirmava que lutaria até o fim da vida para que ela não herdasse “sequer um alfinete” da família. A ex-companheira do médico tentou localizar Andreas para comunicar o falecimento do tio, mas não conseguiu.
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