Geral
Publicado em 19/07/2025, às 14h54 Gabriel Santana
Nem toda boa safra de café produzida no Brasil é exportada. Os processos de exportação e consumo interno acontecem através de um controle de qualidade seguro.
Com o tarifaço sobre os produtos brasileiros imposto por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pairou uma dúvida se o café de mais qualidade vai permanecer aqui no país. A resposta é: não.
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Segundo uma reportagem veiculada pelo Portal G1, por mais que o consumo do grão de café especial entre a população tenha aumentado de 1% para 15% nos últimos tempos, esse tipo de café ainda é mais exportado do que consumido aqui no mercado interno.
Essa exportação do café é muito maior por causa do mercado estrangeiro, como: Europa, EUA, Japão, Coreia do Sul, que possuem uma renda mais alta e acabam conseguido comprar este produto com mais frequência.
O controle de qualidade atualmente é feito por quatro etapas de análise, são:
microscópica- que avalia a pureza do café e garante se o produto tem adição de outros ingredientes em sua composição;
sensorial- os cafés são experimentados às cegas por especialistas, a fim de garantir se o produto é de qualidade e classificar se é: tradicional, extraforte, superior, gourmet e especial;
auditoria de boas práticas- técnicos vão até a fábrica para assegurar se os itens obrigatórios da fabricação estão sendo cumpridos, como higiene e qualidade do café;
monitoramento na gôndola- amostras dos cafés são coletadas sem aviso antes, para assegurar que o produto garanta os padrões exigidos.
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