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Publicado em 01/03/2026, às 20h15 Lorena Alcantara
O britânico Sean Holland, de 27 anos, enfrentou complicações severas após anos de dependência do álcool. O consumo frequente, que começou na adolescência, evoluiu até atingir níveis considerados extremos e comprometer o funcionamento do fígado.
Segundo relato ao portal The Sun, Holland iniciou o consumo de bebidas alcoólicas aos 18 anos. Aos 21, já ingeria cerveja pela manhã. Com o passar do tempo, passou a consumir bebidas mais fortes, como vinho e vodca, devido à resistência ao álcool.
“Eu costumava beber uma garrafa de vodca das 5h às 11h da manhã só para não vomitar, ter um ataque ou uma convulsão. No ano passado, eu estava bebendo de dois a três litros de vodca pura por dia”, conta o jovem.
Em março de 2025, ele decidiu interromper o consumo após acordar em um quarto de hotel cercado por garrafas vazias. A suspensão repentina provocou uma crise convulsiva e ele precisou de atendimento hospitalar.
Exames apontaram uma série de complicações médicas, como hepatite, danos renais, inflamação no baço, pancreatite e comprometimento hepático. O quadro resultou em icterícia, condição que provoca coloração amarelada na pele e na parte branca dos olhos, quando o fígado está sobrecarregado ou gravemente danificado.
CONSEQUÊNCIAS DO CONSUMO EXCESSIVO DE ÁLCOOL
O uso exagerado de álcool pode causar destruição das células do fígado, inflamação e acúmulo de gordura no órgão. Sem tratamento, o quadro pode evoluir para cirrose e outras doenças graves.
Além dos danos físicos, o alcoolismo também costuma provocar mudanças comportamentais, como irritabilidade, queda de desempenho profissional ou acadêmico, conflitos familiares e lapsos de memória.
RECUPERAÇÃO DO ALCOOLISMO
Holland ficou internado por quatro dias e passou cerca de três meses com a pele amarelada. “Todo mundo ficava me olhando e me chamando de personagem dos Simpsons, mas eu simplesmente ria. Cheguei ao fundo do poço de uma forma tão drástica que não me importava mais com nada”, revelou.
Após a alta hospitalar, ele permaneceu dois meses em uma clínica de reabilitação e afirma estar sóbrio desde então. Atualmente, produz conteúdo nas redes sociais para alertar sobre os riscos do consumo excessivo de álcool e apoiar pessoas que enfrentam dependência.
“Sempre haverá uma luz no fim do túnel, não importa o que você pense. Se eu consegui superar isso, qualquer um consegue. Minha vida mudou de maneiras que nem consigo explicar. Recuperei minha família, tenho uma renda estável e amigos que me fazem bem”, afirmou Holland.
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