Geral
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 25/04/2026, às 14h19
A cearense Assíria Macêdo, de 29 anos, que relatou a perda de duas casas para o "Jogo do Tigrinho", publicou um novo desabafo nas redes sociais na última segunda-feira (20) e comparou a dependência das apostas ao uso de drogas pesadas.
Eu sinto muita vontade de jogar, porque é uma abstinência. É como se fosse um vício em cigarro, em crack, em drogas realmente. No meio, você já não tem mais noção. Você perde a autonomia das decisões da vida, não tem mais cuidado com a casa, com a filha, com o trabalho”, revelou a jovem, que está sem acesso ao próprio celular para evitar recaídas.
Dívidas
Apesar da repercussão nacional, Assíria esclareceu que a situação financeira continua crítica. Segundo ela, os juros das dívidas com agiotas e bancos chegam a aumentar R$ 2 mil ou R$ 3 mil por dia. "Eu não consigo pagar essas contas. É muita pressão psicológica, muita pressão todo dia", afirmou.
A jovem contou que, após o primeiro vídeo, recebeu ajuda psiquiátrica e que o médico chegou a sugerir internação imediata, o que ela recusou para tentar trabalhar e ajudar a família. Atualmente, os pais idosos de Assíria são os responsáveis por negociar com os credores para preservar o emocional da filha.
Quem está jogando e acha que pode parar a hora que quer: não para. Vai chegar uma hora que você não vai ter noção do quão fundo no poço você está. O Judiciário deveria intervir, isso está acabando com muitas vidas, disparou
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