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VÍDEO: Ministro Silvio Almeida abre o jogo sobre reunião do G20 Salvador

Joilson César / BNews
Silvio Almeida concedeu entrevista após participar da abertura do segundo dia do G20 Salvador  |   Bnews - Divulgação Joilson César / BNews
Tácio Caldas

por Tácio Caldas

tacio.caldas@bnews.com.br

Publicado em 28/05/2024, às 19h06 - Atualizado às 19h09



O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania do Brasil, Silvio Almeida, abriu o jogo sobre a realização do G20. Almeida foi uma das autoridades presentes no G20 Salvador dessa terça-feira (28), no Centro de Convenções de Salvador. Após participar do painel de abertura, o ministro deu uma entrevista coletiva e explicou tudo o que deve acontecer no G20 presidido pelo Brasil.

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O centro do debate do G20 vai ser a redução ou eliminação da pobreza, da fome, da desigualdade, discutir a situação da população de rua me parece que é algo central, porque se trata do grupo social mais afetado por essas mazelas. Então, discutir as saídas da rua para a população em situação de rua é discutir também as políticas públicas naquilo que elas têm de mais efetivas, que são aquelas capazes de atingir as pessoas que são as mais vulneráveis", iniciou Silvio Almeida.

Questionado sobre o Housing First, o ministro explicou a relação com o programa Minha Casa, Minha Vida. "São coisas relacionadas, mas são coisas distintas. Uma coisa é o programa Housing First, que é uma metodologia, que se refere, portanto, ao direito à moradia como um plexo, como uma série de outros direitos que têm habitação como algo central. [...] Quanto ao Minha Casa, Minha Vida, existe uma disposição já na regulamentação do programa de que parte dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida eles serão usados como uma forma de promover os direitos das pessoas em situação de rua. Então isso está sendo costurado", pontuou Almeida.

Silvio Almeida ainda falou sobre os dados que devem ser divulgados após a realização do G20. De acordo com ele as informações obtidas nesses dados serão usados para promover melhorias para a população em situação de rua.

Os dados são uma base central para qualquer política pública e qualquer iniciativa estatal para a mudança de uma realidade tal como é a realidade das pessoas em situação de rua. Se a gente quer mudar a situação, nós precisamos saber, entender quem são essas pessoas, quais motivos levam essas pessoas a viver nas ruas, quais os impeditivos para que essas pessoas saiam dessa situação e mais do que isso, né, como nós conseguimos construir os caminhos para que essas pessoas deixem essa situação. Então, [...] nós vamos retomar com muita força para fazer ciência em nome das pessoas, para as pessoas, para alavancar os direitos humanos e transformar os direitos humanos como projeto de país, como projeto de Estados", concluiu o ministro Almeida.

Assista ao Se7e da Matina dessa terça-feira (28):

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