Meio Ambiente
por Gabriel Santana
Publicado em 28/11/2025, às 16h01
O Instituto Chico Mendes (ICMBio) confirmou, na última quarta-feira (26), que 11 Ararinhas-Azuis da espécie Cyanopsitta spixii, soltas na natureza, testaram positivo para circovírus em um criadouro em Curaçá, na região norte da Bahia.
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O circovírus dos psitacídeos, um grupo de aves que inclui as araras, papagaios e periquitos, é o principal causador da doença do bico e das penas em aves. De acordo com a CNN Brasil, o problema de saúde não tem cura e na maior parte dos casos, mata as aves.
O ICMBio vai multar em R$ 1,8 milhão a BlueSky, empresa que gerencia o criadouro com 103 ararinhas presentes. As investigações constataram que o local não seguia os protocolos de biossegurança. As vistorias tiveram a colaboração do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e a Polícia Federal.
A alimentação diária das aves não era fornecida de forma limpa. A região estava bem suja, com acúmulo de fezes ressecadas e os utensílios não estavam sendo desinfetados de maneira correta. Além dos funcionários terem sido flagrados utilizando chinelos, bermuda e camiseta durante o manejo dos animais.
Cláudia Sacramento, da Coordenação de Emergências Climáticas e Epizootias do ICMBio relatou que o motivo da infecção foi a falta de rigor das medidas de biossegurança pelos profissionais do local.
Se as medidas de biossegurança tivessem sido atendidas com o rigor necessário e implementadas da forma correta, talvez a gente não tivesse saído de apenas um animal positivo para 11 indivíduos positivos para circovírus”, destacou.
Ainda não se sabe a origem dos vírus nas ararinhas e os animais foram separados baseados em diagnósticos positivos e negativos, a fim de garantir medidas de biossegurança.
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