Meio Ambiente
por Vagner Ferreira
Publicado em 27/08/2025, às 10h07 - Atualizado às 10h34
A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que vai acontecer em Belém, no Pará, em novembro, tem se tornado um desafio para o Brasil, sobretudo no quesito organização, visto que o evento pretende reunir milhares de representantes de governos, organizações, empresas e da sociedade civil para discutir a crise climática.
Há alguns nomes, por exemplo, que estão na linha de frente desta organização. Um desses é o embaixador e presidente da conferência, André Corrêa do Lago, que tem o papel de mediar as negociações dos mais de 190 países previstos para estarem presentes.
A diretora-executiva da COP30, Ana Toni, também possui destaque no evento, sendo responsável pelo bom funcionamento estrutural, além de coordenar as agendas para que as discussões sigam o cronograma planejado.
Analistas voltados para a temática sugerem que o Brasil leve em consideração medidas que deram certo em outras conferências com regras claras, compromissos firmes e prazos definidos sobre metas mais ambiciosas para o financiamento climático e para a redução de emissões de gases do efeito estufa.
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