Meio Ambiente

COP29: Presidente da CNI destaca feitos positivos da indústria brasileira: 'níveis de emissão de gases abaixo da média internacional'

Iano Andrade / CNI
Presidente da CNI falou sobre compromisso do setor com as metas de redução da emissão de gases do efeito estufa  |   Bnews - Divulgação Iano Andrade / CNI

Publicado em 14/11/2024, às 08h59   Publicado por Vagner Ferreira



O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, esteve na manhã desta quinta-feira (14) em Baku, no Azerbaijão, para a 29º Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP29). Em seu discurso, ele falou sobre o compromisso do setor com as metas de redução da emissão de gases do efeito estufa, além do objetivo de alcançar as metas do Acordo de Paris.

“O fortalecimento do setor industrial em bases modernas e conectadas com as tendências mundiais é fundamental para o país cumprir as metas acertadas no Acordo de Paris e crescer de forma vigorosa e sustentável. Ter uma indústria forte, dinâmica e inovadora é importante para o desenvolvimento das tecnologias e soluções que permitam a transição justa e inclusiva, para economia de baixo carbono”, disse Alban.

“Entre as características que nos distinguem de outros países está a matriz energética limpa já conceituada aqui neste evento. Graças a quantidade de energia renovável, os níveis de emissão de uma nova indústria está abaixo da média internacional, que facilita o processo de transição para a economia de baixo carbono”, continuou.

O presidente da CNI aproveitou a oportunidade para destacar também a falta de mãos de obra no setor, sobretudo em relação a geração mais jovem, gerando desafios no desenvolvimento econômico. Segundo Alban, um dos fatores que pode contribuir para a baixa adesão é a falta de qualificação profissional. 

“É impressionante como nós estamos carecendo de mão de obra em todos os setores. Temos uma taxa de desemprego bem baixa, mas um nível elevado de pessoas que deixaram de procurar emprego por não se sentirem atualizadas. Isso precisa ser levado bastante em conta para que não só resolvamos os problemas de hoje, como também possamos mitigar as demandas futuras das qualificações das pessoas que precisam enfrentar esse novo sistema de sustentabilidade", concluiu.

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