Meio Ambiente
por Gabriel Santana
Publicado em 30/07/2025, às 16h05
A espécie Ararinha-azul está correndo risco de desaparecer e ser extinta da natureza após o surto de circavírus ser detectado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), no documento realizado pela Blue Sky Serviços Administrativos, a empresa responsável pelo criadouro do programa em Curaçá (BA), no último dia (22). Foi descoberto que 14 aves estão infectadas.
De acordo com uma reportagem realizada pelo Portal UOL, A Blue Sky relatou que não vai prender as aves por não ter autorização e espaço com condições exigidas pelo ICMBio.
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Circavirus é um vírus altamente contagioso conhecido como “doença do bico e das penas dos psitacídeos" porque as aves terminam perdendo as penas, desenvolvem anormalidades no bico e imunossupressão, quando o sistema imunológico reduz sua funcionalidade. O vírus não afeta os humanos nem aves de produção como galinhas.
Um filhote infectado está isolado em laboratório e passa bem. A BlueSky relatou que “ele apresenta penas brancas, mas está com plenas condições de voo e sobrevivência”. Nenhuma ave morreu por causa do vírus até o momento.
O ICMBio diz que as aves livres têm que ser capturadas e analisadas para evitar maior disseminação do vírus em populações selvagens. A Blue Sky relata que a captura poderia não solucionar o problema, muito porque acha que o vírus já se espalhou pela região.
Somente 11 ararinhas-azuis estão com vida livre. 9 são sobreviventes das 20 que foram reintroduzidas em 2022. 2 filhotes nasceram em vida selvagem.
O programa de reintrodução em Curaçá estava pretendendo soltar ararinhas azuis em junho deste ano. Só que, foi cancelado em abril, por causa de um filhote selvagem ter testado positivo para circovirose em dezembro de 2024.
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