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O Aeroporto de Kuala Lumpur sofreu um ataque cibernético, no último dia 23, que comprometeu o funcionamento de painéis de informações de voos, balcões de check-in, além do transporte de bagagens, deixando fora do ar por mais de 10 horas. Os hackers que invadiram o sistema exigiram um resgate de US$ 10 milhões, mas o governo Malaio se convenceu a não ceder à extorsão.
O primeiro-ministro Datuk Seri Anwar Ibrahim reforçou a decisão de não pagar o valor solicitado pelas denúncias, durante uma coletiva de imprensa. Segundo informações de O Globo, ele destacou que ceder a esse tipo de chantagem poderia criar novos ataques e comprometer a segurança digital do país. Uma investigação foi iniciada imediatamente para identificar os responsáveis e avaliar o impacto da violação.
A operadora do aeroporto está operando em conjunto com seus parceiros para restabelecer completamente os sistemas e minimizar os impactos para passageiros e companhias aéreas, segundo o diretor administrativo da Malaysia Airports Holdings Berhad (MAHB), Mohd Izani Ghani. Apesar da falha temporária, os voos operados operam, ainda que com atrasos e dificuldades nos serviços.
O ataque cibernético falou sobre a vulnerabilidade da infraestrutura aeroportuária do país e reforçou a necessidade de investimentos em segurança digital para evitar novos ataques que possam comprometer operações críticas.
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