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Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, não chegaram a um acordo sobre um cessar-fogo e fim da guerra na Ucrânia. A reunião entre os chefes de Estado foi realizada em território norte-americano, no estado do Alaska, nesta sexta-feira (15).
"Tivemos reunião produtiva em muitos pontos. Não chegamos completamente no acordo, mas pavimentamos o caminho. Queríamos um acordo e acho que há um acordo e ligarei daqui a pouco para a Otan. Vou ligar para as várias pessoas que acho que seja apropriado contatar e vou ligar para o presidente Zelensky [da Ucrânia] e falar com eles. Evidentemente eles não têm que concordar com os termos", disse Donald Trump.
"Muitas coisas foram concordadas e ainda há alguns pontos que precisam ser discutidos", salientou Trump. Já Putin, disse que ele e o colega norte-americano têm muito diálogo direto. "A situação na Ucrânia tem a ver fundamentalmente com a nossa segurança. Temos as mesmas origens e tudo o que está acontecendo é uma tragédia para nós", disse o presidente russo.
Putin disse esperar que seja construída uma situação que possibilite acordo de longo prazo. "Esperamos que Kiev e capitais europeias percebam isso de forma construtiva e não façam tentativa de efetuar negócios escusos para provocar", comentou Putin.
O russo também endossou discurso de Trump que havia afirmado que, se fosse presidente dos EUA em 2022, a guerra entra Rússia e Ucrânia não teria começado. "Tentei convencer que ao meu colega americano anterior que não deveria chegar ao nível de hostilidades. Se Trump fosse presidente, confirmo que não haveria guerra", declarou Putin.
O presidente Putin sugeriu ainda que uma próxima rodada de negociação pode ocorrer em território russo.
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