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Ataque do Estado Islâmico em igreja no Congo deixa dezenas de mortos; saiba detalhes

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Terroristas executaram fiéis e várias crianças no ataque  |   Bnews - Divulgação Freepik
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 28/07/2025, às 13h38



Um ataque realizado pelas Forças Democráticas Aliadas (ADF), rebeldes ligados ao Estado Islâmico, em uma igreja na República Democrática do Congo, centro-oeste da África, deixou ao menos 43 pessoas mortas neste domingo (27).

De acordo com o Portal Metrópoles, o grupo rebelde ligado ao Estado Islâmico invadiu a igreja em Komanda, nordeste do Congo, no momento em que as pessoas estavam no momento de reunião da oração e realizou a execução. 

As Forças Democráticas do Congo são um grupo antigo que surgiu na Uganda e atua no leste do Congo. Em seus ataques, são utilizados machados e facões. O grupo declarou lealdade ao Estado Islâmico em 2019.

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A Missão de Estabilização das Nações Unidas para a República Democrática do Congo (Monusco), que atua em missão de paz feita pela ONU (Organização das Nações Unidas), relatou que nove crianças estão entre as pessoas mortas.

A vice-chefe da Monusco disse em nota, na noite do último domingo (27), sobre o ataque realizado pelo grupo terrorista: 

“A maioria das vítimas teria sido esfaqueada num local de culto. Várias pessoas foram raptadas. Casas e lojas também foram incendiadas, agravando uma situação humanitária já extremamente preocupante. Esses ataques direcionados a civis indefesos, especialmente em locais de culto, não são apenas revoltantes, mas também contrários a todas as normas de direitos humanos e do direito internacional humanitário”.

Este ataque representa o fim da tranquilidade que durou quase 6 meses na região de Ituri, que faz fronteira com a Uganda. No último fevereiro, 23 pessoas morreram em um ataque realizado pela própria Forças Democráticas Aliadas, em Mombaça, no Congo.

As Forças Armadas do Congo disseram que o ataque foi um “massacre em larga escala” e “as Forças Democráticas Aliadas decidiram se vingar de populações pacíficas indefesas para espalhar o terror”.

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