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A Flotilha da Liberdade, coalizão de ativistas contra a guerra na Faixa de Gaza, está a cerca de 48 horas do território palestino sitiado pelo bloqueio de Israel. A Flotilha foi bombardeada por drones há um mês e leva alimentos e medicamentos e esperam abrir um canal de acesso à população faminta.
De acordo com informações do portal Agência Brasil, a embarcação, apelidada de Madeleine, partiu no dia 1º de junho da Catânia, um porto italiano. Nesta quinta-feira (05), porém, o jornal israelense The Jerusalem Post informou que “fontes militares” de Israel informaram ao periódico que não será permitida a embarcação atracar em Gaza.
O brasileiro Thiago Ávila, ativista internacionalista e ambientalista, enviou mensagem neste sábado (07) e à Agência Brasil, e disse que a embarcação está a 430 quilômetros de Gaza e os ativistas esperam atracar no território na segunda-feira (09).
Ávila ainda disse que a embarcação está em contato com várias pessoas, especialmente, médicos e jornalistas que, segundo ele, estão à espera da chegada da embarcação. Israel, porém, continua ameaçando interceptar a missão da Flotilha.
O barco abriga 12 ativistas de sete países diferentes, sendo Thiago o único não europeu. O objetivo segundo o ativista brasileiro é entregar alimentos e medicamentos em Gaza e voltar, abrindo espaço para que mais barcos e pessoas façam o mesmo.
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Cadastrado por Lorena Abreu
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