Mundo
por Bruna Rocha
Publicado em 18/10/2025, às 16h21
O cessar-fogo entre Israel e o Hamas inicia uma nova fase após os conflitos. A troca de reféns faz parte do acordo mediado pelo Egito, Catar, Turquia e, principalmente, pelos Estados Unidos. Apesar disso, o contrato corre risco devido à dificuldade em localizar vítimas.
O Hamas afirmou ter devolvido todos os corpos de reféns israelenses que conseguiu localizar na Faixa de Gaza, além de libertar os reféns que ainda estavam vivos.
Até sexta‑feira, a última sexta-feira (17), Israel havia recebido os corpos de 9 dos 28 reféns mortos e a libertação de todos os 20 reféns que estavam vivos. A demora na devolução de corpos levou Israel a acusar o Hamas de violar os termos pactuados.
Em manifestação, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o grupo, afirmando que “não terá escolha a não ser entrar e matá‑los” caso o Hamas continue a matar pessoas em Gaza.
“Se o Hamas continuar a matar pessoas em Gaza, o que não era o acordo, não teremos escolha a não ser entrar e matá‑los”, disse Trump.
O Hamas, por sua vez, afirmou que “é necessário um grande esforço e equipamentos especiais para localizá‑los e retirá‑los” e que está “empenhado em encerrar completamente este dossiê”.
Ainda nesta sexta-feira, o Hamas agradeceu os esforços pelo cessar‑fogo e pediu que Catar, Turquia e Egito pressionem Israel para avançar nas próximas etapas do acordo. O comunicado também solicita a manutenção da ajuda humanitária, a reabertura do cruzamento de Rafah e o início urgente da reconstrução de Gaza incluindo moradias, hospitais, escolas e serviços públicos.
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