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DESFIGURADO?! Novo líder supremo do Irã está com rosto irreconhecível e lúcido; saiba detalhes

Reprodução: Al Jazeera
O novo líder supremo do Irã foi ferido no bombardeio que matou Ali Khamenei, no primeiro dia da guerra, no último fevereiro  |   Bnews - Divulgação Reprodução: Al Jazeera
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 11/04/2026, às 10h27



O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, ficou com o rosto desfigurado e ainda se recupera dos ferimentos graves sofridos no bombardeio que matou o seu pai, Ali Khamenei, no último fevereiro.

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Três pessoas próximas ao líder supremo apontam que, além dos supostos ferimentos graves na face, Khamenei teria sofrido também uma lesão severa em uma ou nas duas pernas. De acordo com o g1, ele teria sido atingido durante o bombardeio ao complexo do líder supremo do Irã, no centro da capital Teerã, no último dia 28 de fevereiro.

Mojtaba, de 56 anos, assumiu o posto de líder supremo da teocracia logo após a morte do seu pai. Mesmo com os supostos ferimentos, o atual representante iraniano segue participando das decisões de governo, como reuniões por áudio, nas definições sobre o conflito, além das negociações com a Casa Branca, a sede do governo dos Estados Unidos.

Dúvidas sobre o estado de saúde do líder supremo

As capacidades de Khamenei para governar o Irã ainda são questionáveis, logo em uma época com conflitos mais sérios em décadas para o país asiático. Neste sábado (11), em Islamabad, a capital do Paquistão, as negociações de paz com os EUA começaram.

A atual situação de vida, a condição física e a capacidade de governar do atual líder supremo ainda são desconhecidas, pois não foi divulgado nenhum registro ou comunicado oficial desde que o ataque aéreo e a nomeação de Mojtaba Khamenei como sucessão do posto deixado pelo pai foram anunciados.

Uma das fontes próximas conta que imagens de Khamenei podem ser divulgadas em um ou dois meses. As aparições públicas só poderiam acontecer em caso de uma melhora nas condições de saúde e segurança. Segundo os apoiadores do governo iraniano, a distância e o não aparecimento público seriam uma estratégia frente à ameaça de novos ataques aéreos dos EUA e de Israel.

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