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Diversão se torna tragédia: Morte em montanhas-russa reacende debates sobre segurança em lazer radical

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Mulher morre após passeio em montanha-russa da Universal Orlando  |   Bnews - Divulgação Foto: Ilustrativa / Pexels

Publicado em 17/01/2026, às 15h17 - Atualizado às 16h39   Cibele Gentil



Uma mulher de 70 anos morreu após andar na montanha-russa Revenge of the Mummy, no parque temático Universal Orlando, na Flórida, segundo relatório oficial divulgado nesta sexta-feira (16). A vítima, que não teve o nome revelado, foi encontrada inconsciente logo após completar o percurso da atração, em 25 de novembro, e levada às pressas para um hospital, mas não resistiu.

A causa da morte não foi informada no relatório. No entanto, documentos apontam que, entre outubro e dezembro, ao menos outros oito ferimentos ou episódios médicos foram registrados no parque. A Revenge of the Mummy, inaugurada em 2004, atinge velocidades de até 72 km/h e já esteve associada a 21 incidentes ao longo de sua operação, incluindo relatos de convulsão, fratura vertebral, além de casos de náusea e tontura.

Histórico recente de ocorrências

Em setembro, Kevin Zavala, de 32 anos, morreu depois de passar mal após andar na montanha-russa Stardust Racers, no Epic Universe, parque da Universal. Ele também foi encontrado inconsciente e morreu no hospital em decorrência de “múltiplos traumatismos contundentes”, segundo legistas, que classificaram o caso como acidente.

Casos envolvendo o brinquedo também foram registrados fora dos Estados Unidos. Na Suécia, uma mulher de cerca de 30 anos morreu após cair de uma montanha-russa com defeito no parque Gröna Lund. O acidente deixou outras oito pessoas feridas.

Já na Alemanha, em 2024, um operário de 20 anos morreu durante testes da montanha-russa Olympia Looping na Oktoberfest. Segundo as autoridades locais, o jovem foi atingido na cabeça quando o vagão alcançou velocidade máxima. Neste caso, a investigação não identificou falhas técnicas.

Precauções

Especialistas em segurança de parques destacam que, apesar de estatisticamente raros, episódios desse tipo reforçam a necessidade de avaliações médicas prévias, manutenção rigorosa das atrações e protocolos claros para resposta rápida a emergências.

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