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Após o suposto gesto nazista realizado na posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Elon Musk voltou a ser criticado depois de afirmar que os alemães deveriam deixar de lado o excesso de "culpa pelo passado, pelos pecados de seus bisavós", durante um comício do partido de extrema direita da Alemanha (AfD), no último sábado (25).
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O bilionário, por meio de videochamada transmitida em um telão, disse que é importante que "as pessoas na Alemanha tenham orgulho de serem alemãs". Ao mesmo tempo em que acontecia o evento, milhares de alemães saíram às ruas para protestar contra a AfD e a ascensão da extrema direita na Europa.
Elon Musk backs Germany's AfD, calls election critical for Europe. Protests erupt nationwide.
— shorts91 (@shorts_91) January 27, 2025
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Donald Tusk, primeiro-ministro da Polônia, condenou a afirmação de Musk, feita às vésperas dos 80 anos da liberação de Auschwitz, celebrados nesta segunda-feira (27). De acordo com o governante polonês, a fala de Elon Musk era "familiar e ameaçadora".
Outros líderes políticos também se posicionaram. O primeiro-ministro alemão, Olaf Scholz, comentou na publicação de Donald: "Eu só posso concordar". Em um evento dedicado à memória do ocorrido no campo de concentração, realizado na última semana, Scholz declarou que o holocausto é uma "responsabilidade permanente" da Alemanha.
The words we heard from the main actors of the AfD rally about “Great Germany” and “the need to forget German guilt for Nazi crimes” sounded all too familiar and ominous. Especially only hours before the anniversary of the liberation of Auschwitz.
— Donald Tusk (@donaldtusk) January 26, 2025
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