Mundo
por Cibele Gentil
Publicado em 07/03/2026, às 18h24
O embaixador do Irã, Amir Saeid Iravani, confirmou nesta sexta-feira (6) que ao menos 1.332 civis iranianos perderam a vida desde o início da guerra com Israel e os Estados Unidos. Em pronunciamento realizado a jornalistas na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o diplomata destacou que o número de feridos já chega aos milhares.
A onda de ataques, iniciada no último sábado (28), foi motivada pelo acirramento das tensões em torno do programa nuclear de Teerã e tem gerado uma instabilidade sem precedentes na região. A crise militar atingiu um ponto de ruptura após a mídia estatal iraniana anunciar, no último domingo, que o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas fatais dos bombardeios coordenados por forças norte-americanas e israelenses.
Em resposta, o governo iraniano deu início a uma série de retaliações contra nações vizinhas que abrigam bases militares dos Estados Unidos, incluindo os Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. O presidente Masoud Pezeshkian reiterou que o país considera a vingança pelos ataques um dever legítimo, ameaçando lançar a ofensiva mais pesada da história persa contra seus adversários.
Reação de Washington
Do lado norte-americano, o presidente Donald Trump reagiu com contundência às ameaças de Teerã, alertando que qualquer ataque retaliatório será respondido com uma força nunca antes vista. O presidente americano afirmou que as operações militares contra alvos iranianos continuarão de forma ininterrupta pelo tempo que for necessário para consolidar os objetivos estratégicos de Washington na região.
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