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O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza afirmou que houve um “erro técnico” no boletim que indicava a morte de 970 palestinos em 48 horas, durante os recentes bombardeios israelenses. O porta-voz do ministério, Khalil al-Daqran, afirmou nesta quinta-feira (20), que o número de mortos desde a noite de segunda-feira chegou a 710 e que há cerca de 900 feridos. Os números devem crescer, pois muitas pessoas ainda estão presas nos escombros.
O total de mortos se aproxima de 50 mil, desde a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza em novembro de 2023. Esse número corresponde a mais de 2% da população da região.
A campanha israelense seguiu à incursão de militares do Hamas que deixou cerca 1,2 mil mortos e capturou 251 reféns em Israel.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, exigiu uma "investigação completa" da morte de um funcionário da organização em uma explosão em um prédio da entidade na Faixa de Gaza. Guterres também disse ter ficado "profundamente triste e chocado" com o episódio.
"A localização de todas as instalações da ONU é conhecida pelas partes em conflito, que são obrigadas pelo direito internacional a protegê-las e manter sua absoluta inviolabilidade", afirmou a secretaria-geral das Nações Unidas em nota.
Israel nega qualquer responsabilidade pelo ataque. As forças de Netanyahu retomaram as operações militares por terra na Faixa de Gaza, ampliando a presença no Corredor de Netzarim e isolando o norte do sul do território palestino. Hoje, soldados iniciaram operações na região de Beit Lahia, no norte.
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