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Homem morre após sofrer ataque cardíaco fazendo sexo e família é pressionada por doação de órgãos; saiba motivo

Reprodução/instagram: @icecoldcanpepsi
Além do ataque cardíaco, o homem sofreu morte cerebral e a família da vítima sofre uma pressão para realizar a doação de órgãos da vítima  |   Bnews - Divulgação Reprodução/instagram: @icecoldcanpepsi
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 07/08/2026, às 14h42



Um homem, de 47 anos, identificado como Keith Lott, morreu em Nova Jersey, no leste dos EUA, após sofrer um ataque cardíaco durante uma relação sexual com a esposa, e a família sofre uma pressão para realizar a doação dos órgãos.

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O homem faleceu em maio deste ano. A esposa dele, Brook Lott, aponta que a vítima foi levada ao hospital pelo serviço de emergência após espumar pela boca e os exames detectaram um inchaço grave no cérebro dele. Três dias depois, o homem teve a morte cerebral decretada.

Logo após a confirmação, os membros da NJ Sharing Network, uma instituição responsável por fazer a captação de órgãos em Nova Jersey, foram na unidade para tratar sobre a doação de órgãos de Lott juntamente com a família da vítima, mas uma decisão tomada por Lott, em 2025, deu início a uma briga.

O homem deixou de ser um doador de órgão, pois se converteu ao islamismo, uma religião em que os devotos se dividem sobre a prática, pois alguns acreditam que, após a morte, o corpo não deve ser mexido.

Mas, por razões de Keith ter sido inscrito como doador anteriormente, a instituição alegou que a decisão corresponde a uma espécie de contrato vitalício.

A família contou aos membros da captação de órgãos que ele não aparecia mais como um doador de órgãos em sua carteira de motorista, mas a organização apontou que ele deveria ter solicitado a exclusão formalmente. O fator causou uma briga judicial entre a organização e a família.

As pessoas próximas ao Brook contaram que a instituição chegou a pedir à administração do hospital para que mantivesse o suporte de vida do homem exclusivamente para preservar os órgãos.

Segundo uma nota da NJ Sharing Network enviada ao jornal local NJ.com, a organização assume que todas as pessoas inscritas como doadoras de órgãos têm o direito de mudar de opinião e cancelar seu registro de doador a qualquer momento.

A organização é alvo de uma investigação por ser suspeita de tentar extrair órgãos de um paciente com sinais de vida, além de fraudar o programa federal de seguro-saúde, manipular registros e burlar a fila nacional de transplantes. A família de Lott relatou que o episódio elevou o sofrimento pela perda do homem.

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