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Homem morre após ter órgão removido de forma incorreta e cirurgião se pronuncia: “Devastador”

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Médico cirurgião foi indiciado pela morte do paciente, no último abril  |   Bnews - Divulgação waltonso/ reprodução
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 09/05/2026, às 18h21



O médico cirurgião Thomas Shaknovsky revelou ter ficado traumatizado e devastado para sempre desde que cometeu um erro durante a cirurgia de um idoso de 70 anos, chamado William Bryan, após ter cometido um erro fatal durante um procedimento médico, nos Estados Unidos.

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Durante a operação, o médico removeu o fígado de Bryan em vez do baço. De acordo com o Portal Metrópoles, o procedimento médico aconteceu em 2024, mas Shaknovsky foi indiciado por homicídio culposo no último abril.

Em seu primeiro depoimento, o médico alegou inocência e que erros de local durante uma cirurgia podem acontecer por conta de situações difíceis. Shaknovsky alega que Bryan teve complicações como sangue no abdômen e cólon dilatado.

O médico alega que o sangramento no paciente começou durante a cirurgia e que ele chegou a ter uma parada cardíaca. O médico alega que teria removido o órgão errado no momento em que buscava encontrar a origem do sangramento.

Não consigo explicar como é, para um cirurgião, perder um paciente na mesa de cirurgia, o quão desmoralizante e devastador isso é. E eu não conseguia distinguir os órgãos porque estava muito perturbado”.

Perda de sangue

Bryan teria tido uma grande perda de sangue com a remoção do fígado, causando a sua morte ainda na mesa de cirurgia.

Após ter sido indiciado, Shaknovsky acabou sendo preso. O júri da Flórida, estado ao leste dos Estados Unidos, considerou que existiam provas suficientes para o médico ser acusado por conduta criminosa por conta da sua atuação na sala de cirurgia. O profissional de saúde teve o seu registro profissional perdido no ano passado.

Nosso dever é seguir os fatos aonde quer que eles nos levem, sem medo ou favorecimento”, disse o xerife do Condado de Walton, Michael Adkinson. “O Grande Júri se pronunciou, e nossa responsabilidade é garantir que as acusações sejam levadas adiante por meio do devido processo legal. Nossos pensamentos estão com a família da vítima e com sua perda irreparável”.

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