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Em um comunicado divulgado pela Embaixada dos EUA no Brasil no X (antigo Twitter) na quarta-feira (30) os Estados Unidos vão passar a exigir dos jornalistas que queiram vistos para trabalhar no país que deixem as suas redes sociais abertas. A medida vale a partir desta quinta-feira (1º).
Segundo o comunicado, a medida tem por objetivo facilitar a verificação da identidade dos solicitantes. O objetivo é identificar pessoas que possam ser consideradas "inadmissíveis" nos EUA por representar uma ameaça à segurança nacional.
A mudança vale para três tipos de vistos:
"A concessão de um visto dos Estados Unidos continua sendo um privilégio concedido a critério do governo, e não um direito", diz o comunicado.
A partir de 1º de outubro, solicitantes de vistos de não imigrante que estejam solicitando vistos I, TN e TD deverão configurar as opções de privacidade de seus perfis nas redes sociais como “públicos” ou “abertos”, para facilitar a verificação necessária para confirmar sua identidade e admissibilidade aos EUA. Saiba mais: https://t.co/zfV9J6VE0Y
— Embaixada EUA Brasil (@EmbaixadaEUA) September 30, 2026
Além dos vistos, o Departamento de Estado informou que a análise de presença on-line já é aplicada a outras categorias de vistos de não imigrante. Segundo a pasta, a análise utiliza todas as fontes de informação disponíveis durante a avaliação dos pedidos de visto.
Em julho, o governo norte-americano anunciou uma mudança específica para jornalistas estrangeiros. Uma regra do Departamento de Segurança Interna previa limitar a permanência de profissionais com visto I a até 240 dias, ou 90 dias para jornalistas com passaporte da China continental. A medida substituiria o sistema que permitia a permanência durante todo o período da atividade profissional.
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