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Mãe toma atitude contra empresas após filho se apaixonar por IA e tirar própria vida; entenda

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O garoto teria se apaixonado por uma criação de IA e tirou a própria vida  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa | Freepik

Publicado em 25/10/2024, às 07h00   Cadastrado por Emilly Giffone



Uma mulher decidiu processar uma empresa de inteligência artificial após seu filho se apaixonar por chatbots Character e tirar a própria vida, na Flórida, Estados Unidos. Megan Garcia, 40, alegou que o jovem de apenas 14 anos teria ficado viciado na “falsa” criação.

De acordo com o UOL, Megan afirmou no processo que o filho, Sewell Setzer, foi estimulado a ter "experiências antropomórficas, hipersexualizadas e assustadoramente realistas" com a Character.AI. Tais ações do chatbot fez com o que o garoto não quisesse manter distância dos serviços da empresa.

A defesa da mulher, de prenome Garcia, explicou que a empresa processada usa dados de usuários adolescentes para criar designs e gerar engajamento. O advogado ainda destacou que a inteligência artificial mantinha conversas íntimas e sexuais para atrair adolescentes.

O Google também está inserido no processo, pois de acordo com Garcia, a plataforma possibilita o crescimento da tecnologia artificial, já que os fundadores da Character.AI trabalham na plataforma antes de lançar seus serviços. 

As alegações são negadas pelas empresas.

Classificação Indicativa: Livre

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