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NÃO VAI MAIS! Em meio a guerra no Oriente Médio, Trump adia viagem para China; confira motivo

Divulgação/Casa Branca
Adiamento de Trump sobre a viagem para a China foi comunicado pela Casa Branca nesta quarta-feira (18)  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Casa Branca
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 18/03/2026, às 14h27



A Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, comunicou nesta quarta-feira (18), que a China concordou no adiamento da visita do presidente estadunidense Donald Trump, após uma negativa de ajuda do chefe asiático, Xi Jinping, sobre os conflitos no Oriente Médio.

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O governo da China se recusou a colaborar no desbloqueio do Estreito de Ormuz, que é uma importante rota marítima para navios exportadores e que foi bloqueada pelo Irã como uma das medidas da guerra contra Israel.

O republicano já havia ameaçado cancelar a ida para China que aconteceria entre os próximos dias 31 de março e 2 de abril. De acordo com o Uol, na última segunda-feira (16), Trump apontou que o tempo era muito curto para reverter a situação e que o local necessita de uma tática militar extremamente complexa para o desbloqueio.

Gostaríamos de saber antes disso [de eu viajar]. Duas semanas é muito tempo [para que a China intervenha e auxilie a reabrir o Estreito]".


O Estreito de Ormuz está fechado pelo Irã desde o começo de março e o país asiático começou a controlar a passagem de embarcações pela rota, motivada pelo ataque militar conjunto entre Israel e EUA, resultando na morte do então líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. O local é responsável pela circulação responsável por 20% da produção global de petróleo e gás natural liquefeito.

Não tirou o pé

A China não cedeu à pressão feita por Trump e manteve a sua decisão de não se envolver no conflito no Oriente Médio.

Na capital chinesa Pequim, o republicano deveria se encontrar com Xi Jinping para discutir acordos econômicos entre as partes. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que ambos os governos estão trabalhando para conseguir encontrar novas datas com a maior rapidez possível.

A embaixada da China em Washington, capital dos EUA, não comentou sobre o caso.

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