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Presidente da Coreia do Sul pediu ao Exército para retirarem deputados do Congresso 'mesmo que seja atirando'

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Governo da Coreia do Sul foi marcado por uma série de crises, incluindo a alta do custo de vida e o aumento da desigualdade  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram

Publicado em 28/12/2024, às 10h03 - Atualizado às 10h05   Yuri Pastori



Numa tentativa de impor a lei marcial em 3 de dezembro, o presidente deposto da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, teria autorizado o Exército a invadir o Parlamento a tiros, segundo relatório do Ministério Público do país. 

" Eles ainda não entraram? O que eles estão fazendo? Arrombe a porta e tire-os de lá, mesmo que seja atirando neles", disse Yoon ao chefe do Comando de Defesa de Seul, Lee Jin-woo. 

Yoon teria pedido ao chefe do comando de contra-espionagem de Defesa, general Kwak Jong-keun, que aproveitasse que o quórum necessário para suspender a lei marcial não havia sido alcançado  e "entrasse rapidamente" no Parlamento e "removesse  as pessoas" e "arrombasse com um machado"  as portas, se necessário.

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O relatório foi rejeitado pela defesa de Yoon, que passará por nova audiência, na manhã do próximo domingo (29), no Gabinete de Investigação da Corrupção. Desde a tentativa de lei marcial e o impechment de Yoon o país vive um caos político, que resultou na desvalorização do won ao menor nível desde 2009. As informações são da Folha de São Paulo.

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