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Robô humanoide enfrenta desafios em tarefas simples como abrir uma porta; veja

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Com um custo de US$ 2 milhões, o robô é uma plataforma de interação focada em comunicação não verbal e inteligência social  |   Bnews - Divulgação Imagem Ilustrativa / Reprodução Pixabay
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 01/06/2025, às 11h18



Um robô humanoide que imita as expressões humanas é capaz de sorrir, franzir a testa e até demonstrar surpresa foi desenvolvido no Reino Unido. O nome da tecnologia que parece um humano é Ameca, esse robô que pode ser um "suporte emocional" para os humanos no futuro próximo, tem um custo estimado em US$ 2 milhões. 

A empresa britânica Engineered Arts que desenvolveu o Ameca, mostra ao mercado tecnológico um dos mais avançados design biomimético, sofisticação em inteligência artificial e robótica. Mas, apesar de sua impressionante capacidade de se comunicar, ele ainda não consegue realizar tarefas físicas simples, como abrir uma porta ou pegar uma xícara com precisão.

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Os cientistas criaram o Ameca como uma plataforma de interação humano-máquina, voltada para estudos de comunicação não verbal, leitura emocional e inteligência social artificial. E não, para carregar objetos ou desempenhar tarefas mecânicas.

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Com sensores integrados ao rosto e ao torso, câmeras oculares e uma rede neural que interpreta comandos e reações, Ameca é capaz de responder a estímulos visuais e sonoros em tempo real. Quando alguém se aproxima ou fala com ele, o robô gira a cabeça, foca o olhar e ajusta sua expressão facial com uma fluidez que imita a musculatura humana.

Um dos grandes diferenciais do Ameca é sua habilidade de expressar emoções com realismo sem precedentes. Isso é possível graças a um complexo conjunto de atuadores mecânicos localizados sob sua “pele” de silicone cinza.

Esses atuadores imitam os músculos humanos da face e permitem que o robô:

  • Sorria de forma gradual
  • Levante as sobrancelhas com surpresa
  • Mostre desaprovação ou confusão
  • Pisque e mover os olhos com fluidez

Segundo o fundador da Engineered Arts, Will Jackson, o objetivo é criar uma plataforma de desenvolvimento que represente a forma mais próxima de como os humanos se comunicam. “As expressões faciais são mais importantes que palavras em muitas situações sociais. O Ameca foi projetado para compreender isso e reagir de forma apropriada”, afirmou à TechCrunch.

A reação emocional contextualizada é um marco no avanço da robótica social e tem potencial para aplicações em recepção de público, suporte emocional e até mesmo terapias com autistas ou idosos.

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