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Apelidado como "Navio da Vergonha", a embarcação cargueira MV Kathrin, de um proprietário alemão, tem sido constantemente impedida de atracar em portos dos mares Mediterrâneo e Adriático.
O motivo da "barragem" do navio se dá pela suspeita do mesmo estar transportando grandes quantidades de explosivos perigosos com destino a Israel, que seriam utilizados em territórios palestinos, na guerra contra o Hamas.
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No último dia 27 setembro, foi oficializada uma solicitação dos dirigentes da embarcação, que pediam a retirada do pavilhão português ao Registo Internacional de Navios da Madeira, uma vez que ele carrega uma bandeira de Portugal. De acordo com o jornal Público, o navio passaria a navegar sem as cores portuguesas em seu mastro, caso o pedido fosse aceito.
O movimento para evitar a atracação do navio em alguns portos ao redor do mundo é liderado por organizações dos direitos humanos. As entidades alegam que ele transporta contêineres de um explosivo conhecido como RDX, também conhecido como Hexogono, de alto poder de destruição em massa, encomendado pelo governo israelense.
A Anistia Internacional também informa que o carregamento fere a legislação do direito internacional que proíbe a transferência de armas para partes envolvidas em conflitos armados quando houver risco de execuções em massa e crimes de guerra.
O "Navio da Vergonha" já foi proibido de atracar em Namíbia (Montenegro), Eslovênia, Croácia e Ilha de Malta.
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