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Trump abre o jogo sobre possível ‘captura’ de Putin após invasão na Venezuela: “Não acho necessário”

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Em entrevista, Trump expressa confiança na resolução do conflito e destaca seu relacionamento com o presidente russo  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais / Instagram / @realdonaldtrump
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 10/01/2026, às 13h23



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que não acredita na necessidade de comandar uma ação para capturar Vladimir Putin, presidente da Rússia, ao analisar o rumo da guerra na Ucrânia, em entrevista durante reunião com executivos do setor petrolífero, em Washington, na última sexta-feira (9).

Não acho que será necessário”, afirmou o líder de estado americano.

Trump também destacou que possui bom relacionamento com o líder russo e mostrou-se decepcionado com a dificuldade de encerrar o conflito entre os países do leste europeu que, segundo o republicano, parecia ser fácil de ser finalizado.

O presidente dos EUA também recorreu a estimativas recentes de baixas e ao cenário econômico da Rússia para reforçar sua avaliação de que o conflito caminha para uma solução. Segundo o presidente, somente no último mês cerca de 31 mil pessoas teriam morrido, a maioria delas soldados russos.

Assista:

Na avaliação de Trump, a situação econômica russa é delicada e contribui para acelerar o fim da guerra: “A economia da Rússia está muito ruim. Acho que isso vai acabar sendo resolvido. Eu gostaria que tivesse acontecido mais rápido”, disse.

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Em outro trecho da conversa com jornalistas, o presidente afirmou que Vladimir Putin não se sente pressionado por lideranças europeias, mas teme o poder dos Estados Unidos sob sua gestão. Para Trump, a força militar e a influência política de Washington são os principais elementos de pressão sobre Moscou.

Eu diria que o presidente Putin não tem medo da Europa. Ele tem medo dos Estados Unidos da América, liderados por mim”, declarou.

As declarações foram feitas em meio a negociações realizadas em Paris, que reúnem representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos, além de uma coalizão de países aliados de Kiev.

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