Mundo
O presidente americano, Donald Trump, voltou a atingir a imprensa e excluiu repórteres da CNN de uma viagem que ele inicia neste sábado (26) para o sul do país, no contexto das eleições de meio de mandato, que acontecem em 38 dias e definirá o controle do Congresso. Essa é a segunda restrição imposta ao canal de notícias e veio após o presidente ter vetado a presença da emissora na Casa Branca, determinação que foi revertida judicialmente na última quinta-feira (24).
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Um juiz decidiu que o governo estadunidense deve permitir temporariamente o ingresso de três veículos de comunicação americanos, CNN, MS NOW, que estavam proibidos de entrar na sede do governo. Segundo o magistrado, a medida do presidente era inconstitucional.
Trump havia proibido o acesso à Casa Branca depois de acusar as empresas de oferecer uma cobertura exclusivamente negativa de sua gestão. Em solidariedade às emissoras, os cinco principais veículos de comunicação dos Estados Unidos suspenderam conjuntamente a cobertura da Casa Branca.
Neste sábado, o presidente viaja ao estado do Tennessee e será acompanhado por um "pool" de imprensa, que também era integrado pela CNN. Uma agenda compartilhada pela Casa Branca na noite desta sexta (25) mencionava apenas um único correspondente e uma equipe da Lindell TV, um meio de comunicação de um aliado próximo do trumpismo, o empresário Mike Lindell.
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