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União Europeia exige retirada de todas as forças russas da Ucrânia para alterar sanções

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Estados Unidos chegaram a acordos separados na última terça-feira (25) com Ucrânia e Rússia  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Freepik
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 27/03/2025, às 12h32 - Atualizado às 13h11



A União Europeia (UE) condicionou, na última quarta-feira (26), a suspensão ou alteração de sanções contra a Rússia se ocorrer a retirada de todas as forças russas da Ucrânia, de acordo com a Comissão Europeia.

Os Estados Unidos chegaram a acordos separados na terça-feira (25) com a Ucrânia e Rússia para um cessar-fogo no Mar Negro e em relação a alvos do setor de energia. Em contrapartida, os EUA concordaram em trabalhar para suspender algumas sanções contra Moscou. A UE não foi convidada para essas negociações. A Comissão afirmou que o bloco apoia o acordo entre Estados Unidos e Ucrânia.

“O fim da agressão russa não provocada e injustificada na Ucrânia e a retirada incondicional de todas as forças militares russas de todo o território da Ucrânia seria uma das principais pré-condições para alterar ou suspender as sanções”, destacou a porta-voz da UE para Assuntos Internacionais e Política de Segurança, Anitta Hipper.

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A Rússia afirmou na terça que os Estados Unidos concordaram em ajudá-la a suspender uma série de sanções ocidentais e restrições a empresas de alimentos, fertilizantes e transporte como pré-condições para um acordo de segurança marítima no Mar Negro. Diplomatas ressaltaram à na última quarta-feira (26) à Reuters (agência de notícias britânica) que a maior parte das restrições listadas pelo Kremlin (cidades russas) está relacionada a sanções e restrições da União Europeia. Ainda estão sendo debatidas outras tarifas sobre mais produtos agrícolas e alguns fertilizantes. 

“A Rússia deve agora demonstrar vontade política genuína para pôr fim à sua guerra de agressão ilegal e não provocada”, acrescentou Hipper.

“A experiência tem mostrado que a Rússia deve ser julgada por suas ações, não por suas palavras”, concluiu.

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