A desejada da comitiva
Uma loira estava roubando a cena na comitiva da prefeitura e, lá no Mercado Modelo, foi convidada a se retirar. A moça estava exalando prestígio no blocão, e algumas pessoas notaram que ela estava 'over' e levemente alcoolizada naquela hora da manhã. Horas antes, ela foi vista em um baita café da manhã em um apartamento de luxo nas proximidades da Contorno e usando modelitos da suntuosa marca Track Field, incluindo uma bela viseira e óculos oncinha da Prada.
Deputado Escobar
Um legislador baiano foi flagrado durante a lavagem do Bonfim, um tanto “agitado”, lembrando o lendário colombiano Pablo Escobar. Ele andava para baixo e para cima, com trejeitos de quem nitidamente não estava sozinho no cortejo. À base de água e picolé capelinha, o rapaz sassaricava de um lado para outro, incomodando caciques no cortejo e queixando as meninas que trabalhavam na caminhada. Para completar, no retorno à Bahia Marina, em uma lancha de um mega empreiteiro, começou a dar um show particular na balada do Japonês do local, chamando atenção de clientes e de uma desembargadora que estava almoçando com amigas. A Nsp avisa que a faroeste e a Overclean estão mais vivas do que nunca, e o nobre deputado pode ser a Coca da vez, opss… a bola da vez.
Quem vai ficar com Zé?
A cena política na Bahia ganhou contornos de comédia romântica. Ou quase isso. Na disputa pelo governo em 2026, Jerônimo Rodrigues e ACM Neto parecem ter entrado num remake político de Quem vai ficar com Mary?, só que a “Mary” da vez atende pelo nome de Zé Cocá. O prefeito de Jequié virou o crush mais cobiçado do momento. De um lado, o governador petista, que tenta manter o aliado por perto com afagos institucionais e promessas de continuidade. Do outro, o ex-prefeito de Salvador, que vê em Cocá uma peça-chave para ampliar pontes no interior. Enquanto isso, Zé assiste a tudo em silêncio estratégico, como quem sabe que quanto mais disputa, maior o valor do passe. Sorriso aqui, agenda ali, nenhuma definição. No final, como no filme, todo mundo corre atrás, passa vergonha, cria expectativa e jura que é o par ideal. Resta saber quem vai terminar a história de mãos dadas com Zé. Ou se ele vai preferir sair sozinho da sessão.

O técnico de Coronel
Na boca miúda, ACM Neto tem dito a interlocutores que vai tratar Angelo Coronel como um jogador de futebol que atua no adversário. Enquanto ele não sair do rival, o vice-presidente do União Brasil não vai procurá-lo para compor a chapa da oposição. O namoro, no entanto, fica entre afagos na imprensa e promessas de um lugar cativo para concorrer ao Senado junto com Roma.
Chama o chefe
Enquanto o acerto não sai, uma figura bastante importante é vista como peça-chave para pôr fim ao impasse na chapa do governo baiano: o presidente Lula. O desembarque dele em Salvador, programado para sexta-feira, é visto como crucial para aparar as arestas. Até mesmo um afago público a Coronel é visto como uma possibilidade para distensionar a relação entre PT e PSD no governo.
O print é eterno
Otto Alencar até tentou, mas não fugiu do print do comentário ácido contra Marcelo Nilo nas redes sociais. Depois de lançar uma frase do dia, até Neto Carletto se empolgou com a indireta. Resenha liberada na base.
Edil pidão
Com o verão de Salvador pegando fogo, todo mundo quer um agrado para curtir o que de melhor a noite soteropolitana pode oferecer. Um vereador pitoresco, que costuma aparecer ativamente nas redes sociais, ganhou a antipatia de produtores e RPs da cidade por conta dos inúmeros pedidos de cortesias para os shows mais bombados. Sorte dele que essa galera é discreta e evita confusão, mas basta uma sequência de prints para acabar com a imagem de bom moço que ele tanto sustenta.
O novo vice de Jero
É bom Geraldo Júnior se cuidar. O fogo amigo para tirá-lo da chapa pode vir de onde ele menos espera: da Secult. Queimado no setor cultural, Bruno Monteiro fez o que pôde para aparecer em todos os materiais divulgados por Jero na Lavagem do Bonfim. Nem mesmo a pomba branca aguentou. Puxa-saquismo em dia no governo baiano.


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Quem quer a vice?
Nesta semana, o Republicanos intimou uma vaga na chapa do pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto. Mas, diferente do que foi em 2022, o partido dos bispos da Igreja Universal quer agora o Senado, não mais a vice, que, aliás, parece que não há interessados. Rumores apontam que a vaga foi ofertada novamente a José Ronaldo, prefeito de Feira de Santana. Vale lembrar que em 2022 estava tudo certo para o veterano feirense ser o vice de Neto, mas, de última hora, ele foi convidado a se retirar da chapa para dar lugar a Ana Coelho, na época filiada ao Republicanos. Diante deste contexto, fica a pergunta: será que ele vai aceitar?
Disputa interna
Com o interesse publicamente manifestado do Republicanos pela vaga ao Senado, surge a dúvida de quem será o nome que o partido vai indicar para a vaga. O ex-deputado federal Marcelo Nilo espalha pelos quatro cantos da Bahia que tem todas as condições de assumir o posto. Em contrapartida, nos bastidores, já é dada como certa a escolha do presidente do partido no estado, Márcio Marinho, como o candidato. A ver.
Pegou mal
Em meio a dezenas de autoridades presentes na inauguração da nova Rodoviária de Salvador, uma ausência chamou a atenção: o prefeito Bruno Reis não compareceu nem mandou nenhum representante ao evento que marcou o início das atividades do novo terminal, localizado em Águas Claras. A operação da nova Rodoviária dependia do aval da prefeitura na liberação do Habite-se, que, diga-se de passagem, foi feita sem maiores problemas. Apesar disso, Bruno não deu o ar das graças, diferente de outros gestores da região metropolitana que fizeram questão de ir à cerimônia.
Pesou o clima
Aniversariante do último domingo (18), Rui Costa recebeu uma grata surpresa ao subir ao palco da cerimônia da nova rodoviária na segunda-feira (19). O público presente cantou parabéns ao ministro, que completou 63 anos de vida. O problema? Cerca de 10 min antes, a presidente da ALBA, Ivana Bastos, prestava uma homenagem ao falecido Alan Sanches, que havia sido sepultado 24 horas antes. E a noção segue aguardando no ponto de ônibus.
Termômetro em baixa
Morno. Essa foi a sensação de quem acompanhou o lado político da Lavagem do Bonfim de 2026. Em pleno ano eleitoral, a festa não serviu para medir a popularidade de quem vai disputar as eleições de outubro graças à multidão contratada para servir de claque. Os fiéis que percorreram os sete quilômetros entre a Igreja da Conceição da Praia e a Basílica do Senhor do Bonfim não deram tanta bola para as comitivas de candidatos.
Os degraus de Bruno
Desde o fim do ano, Bruno Reis parece ter trocado o elevador por uma escada rolante ao contrário. Um degrau abaixo de cada vez desde o final do ano passado, quando perdeu popularidade e impôs aumentos a população. E, por fim, o tombo simbólico no Bonfim. Na Colina Sagrada, onde prefeito costuma desfilar prestígio, Bruno viu a própria popularidade escorrer entre fitinhas e promessas. Para piorar, Ronaldo Caiado apareceu e roubou a cena, virando atração principal do grupo de oposição. Sem falar nos protestos contra a passagem de ônibus da capital, que Bruno teve que encarar ao longo da caminhada.
Carona na colina
Caiado desembarcou em Salvador para fazer campanha, mas não quis fazer todo o cortejo da Lavagem do Bonfim. O governador goiano tratou de pegar uma carona e chegou sozinho na Colina Sagrada antes mesmo do time de ACM Neto/Bruno Reis.

Boca de siri
O senador Jaques Wagner evitou perguntas sobre política ao ser abordado pela imprensa durante as entrevistas na inauguração da Nova Rodoviária de Salvador, na última segunda-feira (19). Ao ser questionado pelo Bnews sobre as declarações do senador Otto Alencar (PSD) ao Estadão a respeito das divergências para a formação de chapa ao Senado entre PT e PSD, Wagner disse não ter visto a matéria, que foi amplamente repercutida. Ele saiu do foco das câmeras rindo, sem permitir novos questionamentos dos jornalistas. Um comportamento estranho do senador, que sempre fala abertamente sobre qualquer assunto.
Wagner tem pressa
Fala-se nos bastidores que Wagner tem pressa para a definição do seu nome como candidato na chapa ao Senado. O líder do governo Lula no Senado quer tirar o nome de Coronel do jogo o quanto antes. Enquanto Jerônimo fala em março como prazo para bater o martelo, Wagner defende desde dezembro que as definições afunilassem ainda neste mês de janeiro.