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Estado nordestino vive ‘era de chacinas’ por guerra entre facções criminosas

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A quarta chacina do ano no estado aconteceu com ao menos sete mortes  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais

Publicado em 21/06/2024, às 06h54   Pedro Moraes



Antes mesmo do dia oficial do São João 2024, um grupo executou quatro homens e três mulheres. O caso aconteceu na madrugada desta quinta-feira (20), na Praça Clóvis Beviláqua, no centro da cidade de Viçosa do Ceará. Aquela foi a quarta chacina do ano no estado.

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Com base nisso, o histórico estatístico recente de diversas mortes violentas relacionadas à guerra entre facções criminosas foi ampliado. Elas, assim como em Salvador, por exemplo, lutam por domínios de territórios. Mas, além disso, o que está em jogo é a construção do império estadual.

Entre os mortos da chacina mais recente, as mulheres tinham idades entre 16 e 25 anos, enquanto os homens de 18 a 26. Anteriormente, outra execução em massa foi registrada em novembro de 2020. À época, sete familiares morreram no município de Ibaretama, segundo informações do portal Uol.

Cerco fechado

De acordo com Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), as chacinas de 2023 e algumas deste ano já resultaram em prisões. Os casos ocorridos em Camocim, Itarema, Caucaia e Maranguape do ano passado já foram concluídos e passados à Justiça. 

Quanto a uma chacina, ocorrida em Ibicuitinga, dois suspeitos foram presos, mas o caso ainda segue sendo investigado.

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