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Prefeitura tenta identificar barraqueiros responsáveis por agressões a casal de turistas em Porto de Galinhas

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Órgãos competentes iniciam apuração sobre agressões a turistas  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes sociais
Redação Bnews

por Redação Bnews

redacao@bnews.com.br

Publicado em 29/12/2025, às 11h09 - Atualizado às 11h21



A prefeitura de Ipojuca divulgou que os órgãos competentes iniciaram a apuração para identificar os barraqueiros envolvidos nas agressões contra um casal de turistas, ocorridas no último sábado (27), na praia de Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco.

No posicionamento, o órgão também lamentou o caso e garantiu que vai adotar as medidas legais cabíveis. "Desde o primeiro momento, houve atuação rápida das equipes de salva-vidas e da Guarda Municipal, garantindo a segurança do local e evitando o agravamento da situação".

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Ainda no informativo, a prefeitura disse que a gestão municipal realiza constantemente o ordenamento da orla. "Nos últimos meses, foram intensificadas ações integradas de fiscalização e organização turística, incluindo o recadastramento de ambulantes, reuniões com barraqueiros e a entrega de crachás de identificação com QR Code, iniciativa que será ampliada a todos os trabalhadores da orla", completou o órgão.

O caso

Relatos de populares dão conta que a confusao ocorreu após um impasse envolvendo turistas e um barraqueiros da região. Ainda segundo relatos de pessoas que acompanhavam a situação relataram que dois homens, que não tiveram nomes revelados, se recusaram a pagar a conta após sentarem em uma barraca. Testemunhas contaram, também, que um dos turistas teria agredido um barraqueiro, desencadeando o alvoroço na praia.

As vítimas, identificadas como Johnny Andrade, personal trainer, e Cleiton Zanatta, ambos moradores do Mato Grosso, se pronunciaram sobre o ocorrido. “Nós somos turistas, a gente não é aqui da região, nós somos do Mato Grosso, a gente comprou um pacote de viagem, né? Há vários meses atrás a gente tava realmente se programando pra esse dia de férias, né? Nós somos trabalhadores, somos honestos, não é o problema dos 30 reais envolvido na situação, entende? É só a forma realmente que eles queriam nos passar a perna. E na frente dos bombeiros os caras ficam com soco na cara, tacarão areia dentro da boca, areia no olho, entendeu? A gente não tinha segurança nenhuma em volta. Eu queria ver se tem câmera na localidade."

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