Polícia

Carro encontrado carbonizado é suspeito de ter sido usado no assassinato do sargento da PM

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O veículo foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) e vai passar por uma perícia   |   Bnews - Divulgação Reprodução

Publicado em 16/11/2017, às 15h02   Redação BNews



O delegado Roberto Leal, coordenador da Polícia Civil, em Feira de Santana, divulgou nesta quinta-feira (16), que um carro foi encontrado carbonizado, no distrito de Tanquinho de Feira, com as mesmas características do carro utilizado no assassinato do sargento da Polícia Militar, Ailton Nascimento da Silva, de 49 anos. A polícia segue na investigação do caso. 

Um veículo foi encontrado pela polícia carbonizado, horas depois do ocorrido, e pode ser o mesmo usado no crime. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) vai realizar uma perícia no carro. Os suspeitos ainda não foram identificados. 

O PM foi morto a tiros por volta das 5h30 da quarta-feira, nas proximidades da casa onde morava. De acordo com a polícia, a vítima recebeu uma ligação e, quando saiu, foi surpreendida por três homens em um carro, que fugiram após o crime.

Ailton Nascimento foi socorrido pelos familiares e encaminhado para o Hospital Geral Clériston Andrade, no entanto, não resistiu aos ferimentos. 

O sargento é suspeito na morte do empresário Gil Marques Porto, há três anos, e respondia o processo em liberdade, desde agosto do ano passado. Além dele, outros dois homens são suspeitos. Eliomar Alexandre Rocha Nunes, que também estava em liberdade e foi assassinado a tiros em abril deste ano. O segundo suspeito é Gregório dos Santos Teles, o ex-agente penitenciário, que responde em liberdade.

O caso – O empresário, Gil Marques Porto, foi assassinado aos 32 anos, quando conduzia um veículo BMW, branco, que foi alvejado com sete tiros. Segundo populares, o crime foi cometido por dois homens em uma motocicleta vermelha, que atiraram e fugiram. Após ser baleado, Gil Porto, perdeu o controle do carro que acabou colidindo com um muro. 

De acordo com a polícia, a motivação do crime foi uma disputa de um terreno na Avenida Noide Cerqueira, que teria sido vendido pela GP Imobiliária, de Gil Porto, pelo valor de R$ 720 mil reais em 2011. Gregório Teles, um dos suspeitos da polícia, teria invadido a área, falsificado a escritura e colocado placa de venda no imóvel. O empresário descobriu a irregularidade no fim do ano de 2013. Gil procurou Gregório e eles discutiram. 

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