Polícia

Empresário acusado de falsificar documentos de Ronaldinho Gaúcho alega ser intermediário

Divulgação/Ministério Público do Paraguai
Investigado está sendo acusado pelo Ministério Público do Paraguai  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Ministério Público do Paraguai

Publicado em 07/03/2020, às 16h41   Redação BNews




Apontado pelo diretor de investigação da Polícia Nacional do Paraguai, Gilberto Fleitas, na última quarta-feira (4), como falsificador dos documentos de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, o empresário Wilmondes Sousa Lira nega e alega ser apenas o intermediário.

Wilmondes nega ter participado da confecção dos passaportes e identidades falsas e diz ter sido apenas intermediário do caso, com a função de levar os documentos ao Brasil. Segundo ele, a documentação foi solicitada por alguém ligado a Ronaldinho e seu irmão, Assis. Segundo informações do site globoesporte.com.

"Os irmãos têm documentos vigentes do Brasil para poder ir a qualquer parte do mundo, não necessitavam documentos paraguaios. Sousa Lira entregou os documentos no Brasil, não lembro da data, mas faz 20 ou 20 dias", acusou Adolfo Marín, advogado local de Ronaldinho e Assis, ao jornal “ABC Color”.

O Ministério Público do Paraguai pediu a prisão preventiva de Wilmondes Lira e acusou as paraguaias María Isabel Galloso e Esperanza Apolonia Caballero, donas dos passaportes e identidades adulteradas para os dados de Ronaldinho e Assis.

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